
Brasil terÁ representaÇÃo administrativa da agÊncia humanitÁria adventista
[Brasília, DF] Os membros da Comissão Diretiva Plenária da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul votaram duas modificações importantes na área de ação social na manhã de terça-feira, dia 4, em Brasília.
A primeira decisão foi a criação da ADRA Brasil, ou seja, a sede brasileira da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais. Conforme o pastor Günther Wallauer, diretor da ADRA sul-americana, trata-se de um primeiro passo para que exista, no maior país sul-americano, uma representação nacional da ADRA que passará a coordenar todas as atividades da agência no país. “Desta maneira, a ADRA está mais estruturada a exemplo dos outros países. Significa um crescimento das ações da agência em favor da população”, comenta Wallauer.
O pastor Erton Köhler, presidente da Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista, explicou que esta modificação permitirá uma ação mais efetiva da agência no atendimento a importantes projetos e captação de recursos disponíveis para o terceiro setor. Para assumir a ADRA Brasil, a primeira etapa foi a nomeação do brasileiro Paulo Lopes, com experiência na ADRA e uniões em países como Angola, Moçambique, Armênia, Rússia e atualmente, desde 2005, na Índia. Lopes deverá começar o trabalho, em 2010, de organização desta nova estrutura a partir de Brasília.
ASA
Na sequência, foi aprovada a criação da nomenclatura ASA (Ação Solidária Adventista), uma área sob a qual estarão todos os projetos, programas e ações sociais realizadas pelos membros das igrejas adventistas. Na prática, é apenas uma denominação específica para uma atividade já amplamente realizada com as comunidades diretamente pelos adventistas e outros voluntários engajados em auxiliar o próximo. “O que estamos fazendo é criar uma identidade específica para o trabalho realizado nas congregações”, comentou o pastor Köhler.

[Equipe ASN, Felipe Lemos]
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