
ConcÍlio de EducaÇÃo valoriza papel do professor na formaÇÃo dos alunos

Conceição Araújo é professora há 36 anos


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[Belém, PA] Conceição Araújo é professora há 36 anos. Apesar da experiência, ela entende que a cada ano, é preciso buscar novos conhecimentos com objetivo de melhorar a didática e a interação em sala de aula. Assim como Conceição, os 280 professores da rede de Educação Adventista no norte do Pará e no Amapá participaram do Concílio de Educação 2011 da Associação Baixo Amazonas. “A cada encontro nós professores encontramos novidades. É sempre um privilégio aprender e compartilhar novos conhecimentos”, disse Conceição.
O Concílio aconteceu nos dias 11 e 12 de Janeiro, no Auditório da Universidade da Amazônia, com o tema “Educadores da Esperança”. As palestras abordaram questões da prática pedagogia e denominacional. No primeiro dia, a programação teve a participação do palestrante Marcos Meyer, professor de Matemática, Psicólogo e Mestre em Educação que dialogou temas como “Vinculo entre professores e alunos”, “Aprendizagem Significativa e Função Docente”, “Limites e a Comunicação em sala de aula”.
No segundo dia, as palestras ficaram por conta do escritor Douglas Menslin, formado em Teologia e Pedagogia, mestre em Educação que atua como Departamental de Educação na União Sul Brasileira. Em suas palestras Douglas falou sobre a identidade do professor e sobre como sua função contribui na formação do caráter dos alunos. Além de ter ressaltado a valorização do professor como profissional.
Para a Departamental de Educação da Associação Baixo Amazonas, Lígia Simplício o objetivo do concílio foi oferecer formação continuada. “Trouxemos pessoas preparadas para que os nossos professores comecem as aulas motivados, vendo a Educação de uma forma diferenciada. Este ano precisamos fazer uma parceria muito grande com o lado espiritual, pra que os professores cumpram a missão de educar e salvar”, concluiu Lígia.
Segundo as palavras da pedagoga Elkelane Pimenta, que atua como coordenadora na Escola Adventista em Icoaraci, esse objetivo foi alcançado. “Encontros como esse fazem a gente refletir toda a nossa prática. São detalhes e conceitos que a gente já conhece, já viu e já estudou, só que no decorrer do dia-a-dia a gente acaba esquecendo e na correria a gente deixa de lado. Então é bom a gente renovar, refletir o que está fazendo, o que precisa melhorar e o que pode fazer de diferente. Por isso vejo o Concílio como um marco, um diferencial na nossa prática pedagógica para 2011”, avaliou.

Alínic Teles
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